Qual a importância da fantasia durante a infância?

Notíciasout, 23 - 2020

Qual a importância da fantasia durante a infância?

Uns vêem como ilusão. Outros, como um incentivo a construção da personalidade e da sociabilidade do ser humano. Então, hoje, falaremos um pouco mais sobre a importância da fantasia ao longo da infância. Vamos nessa?

As crianças passam por um processo de identificação pessoal no mundo e, neste período, também levam tempo para diferenciar o mundo real do irreal, fase esta denominada “fase de experimentação” (que vai até, aproximadamente, os 3 anos de idade).

Porém, levá-las a compreensão da diferença entre esses dois “universos” e, ainda assim, incentivar sua criatividade através de histórias e lendas famosas (como a do Papai Noel e Coelhinho da Páscoa) é fundamental ao longo de toda a sua evolução e reconhecimento pessoal e social. 

A verdade é que a união entre a criatividade e atividades lúdicas colaboram para o desenvolvimento de diferentes habilidades. Dentre elas: a atenção, a memorização, a solução de problemas, o senso de solidariedade, o raciocínio, a interação social (através de brincadeiras e, até mesmo, os “amigos imaginários”) e a comunicação (com a contação de histórias, por exemplo). 

Quem um dia imaginou que uma lenda sobre um velhinho, de roupas de frio vermelhas, que entrega presentes para as crianças, seria tão importante? Pois bem, lendas como essa, assim como atividades em família, são comprovadamente benéficas e agregadoras na formação dos pequenos. 

Existem pais que sentem medo em relação a isso, pensando que o incentivo à crenças em Fada do Dente, por exemplo, poderá gerar uma grande desilusão ao contar a verdade para os filhos, se tornando um episódio negativo. Mas o ideal é permitir que tais situações sejam percebidas pela própria criança no decorrer da vida. 

Portanto, reserve um tempo para ficar off com a família! Coloque a criatividade para funcionar, desenvolva histórias, faça o Coelhinho da Páscoa ser real e cuide – da melhor maneira – dos seus pequenos. 

Por Carolina Oquendo